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	<title>Rever Urbano &#187; Clientes</title>
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		<title>Plano de Gestão de Impactos &#124; Mina de Brucutu, MG &#124; 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 12:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivian fraga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mina de Brucutu, MG]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[São Gonçalo do Rio Abaixo, MG]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plano de Gestão de Impactos tinha por objetivo adequada orientação à VALE para o encaminhamento de suas questões, impactos e demandas do território relacionados à instalação e operação da mina de minério de ferro de Brututu – a segunda maior mina de ferro do Brasil –, localizada no município de São Gonçalo do Rio Abaixo, MG. Totalizando investimentos na<br /><span class="read_more"><a href="http://reverurbano.com.br/word/?p=327">Read more...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano de Gestão de Impactos tinha por objetivo adequada orientação à VALE para o encaminhamento de suas questões, impactos e demandas do território relacionados à instalação e operação da mina de minério de ferro de Brututu – a segunda maior mina de ferro do Brasil –, localizada no município de São Gonçalo do Rio Abaixo, MG.</p>
<p>Totalizando investimentos na ordem de US$ 1,1 bilhão, e com capacidade de produção de 10% do minério brasileiro, a inauguração da mina de Brututu se deu em outubro de 2006. No período de dois anos de obras, o número de trabalhadores chegou ao pico de 6.000 pessoas, alojadas nos municípios vizinhos, principalmente em Barão de Cocais. Este município, então com 25.000 habitantes, recebeu a maior parte dos impactos negativos, especialmente no que diz respeito a problemas de trânsito, saúde e segurança, o que punha em risco a imagem e reputação da Vale junto aos seus habitantes, à mídia e aos stakeholders.</p>
<div id="attachment_333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-333  " title="mina brucutu 2006-2012" src="http://reverurbano.com.br/word/wp-content/uploads/2012/10/mina-brucutu-2006-2012.jpg" alt="" width="600" height="221" /><p class="wp-caption-text">Implantação (2005) | Mina de Brucutu | Operação (2012)</p></div>
<p>Fundamentado nos parâmetros da sustentabilidade, o projeto compreendeu a capacitação dos grupo que estava à frente da operação e o estabelecimento de posicionamento e direcionamentos da VALE em relação aos impactos do empreendimento, que embasaram as propostas de um conjunto de ações referentes à gestão de impactos, diálogo social (relacionamento com stakeholders) e investimento social estratégico.</p>
<p>Alguns Resultados:</p>
<p>• A implantação destas ações aliviou a pressão sobre a VALE junto aos atores locais e poder público, viabilizando um ambiente de relacionamento adequado para a instalação da mina e o posterior aproveitamento das oportunidades oriundas do empreendimento, na fase de operação.</p>
<p>• O Plano de Gestão de Impactos embasou a construção de um modelo de governança e de processos para a sustentabilidade de empreendimentos da VALE.</p>
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		<title>COMPERJ &#124; Rio de Janeiro &#124; 2008</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 22:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivian fraga</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPERJ, RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Descrição]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Atuação para Empresas e Governos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvido em parceria com a empresa GEA Projetos, o projeto teve o objetivo de elaborar e desenvolver estudos visando ao estabelecimento de planos de atuação que permitissem à PETROBRAS colaborar no desenvolvimento de projetos, programas municipais e apoio às iniciativas de ordenamento e desenvolvimento sustentável em 11 municípios na área de influência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – COMPERJ –,<br /><span class="read_more"><a href="http://reverurbano.com.br/word/?p=310">Read more...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Desenvolvido em parceria com a empresa <a href="http://geaprojetos.com.br/"><span style="color: #333333;">GEA Projetos</span></a>, o projeto teve o objetivo de elaborar e desenvolver estudos visando ao estabelecimento de planos de atuação que permitissem à PETROBRAS colaborar no desenvolvimento de projetos, programas municipais e apoio às iniciativas de ordenamento e desenvolvimento sustentável em 11 municípios na área de influência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – COMPERJ –, especialmente no período inicial de obras.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" title="comperj" src="http://reverurbano.com.br/word/wp-content/uploads/2012/10/comperj.png" alt="" width="442" height="263" />Contexto:</p>
<p>O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - COMPERJ é um empreendimento da área de downstream da PETROBRAS e representa um investimento da ordem de US$ 8,4 bi, o que o configura como o maior empreendimento único da empresa e um dos maiores do mundo no setor. Este empreendimento se tornará o coração de um grande parque industrial, que irá transformar profundamente o perfil industrial e econômico desta região.</p>
<p>A implantação do COMPERJ reúne um conjunto de condições ímpares para a promoção do desenvolvimento sustentável de um território: o empreendimento em si, o aproveitamento da cadeia produtiva direta e das atividades econômicas indiretas sustentam uma imensa gama de oportunidades de geração de trabalho, renda e tributos. Por outro lado, o território é formado por um conjunto de municípios que, com exceção de Niterói, apresenta características de baixo/médio desenvolvimento, com grande quantidade de demandas reprimidas no que se refere aos serviços ao cidadão e ao território. Realidade esta que,  além de gerar impactos negativos imediatos no território e no empreendimento, indica possíveis dificuldades para o aproveitamento efetivo das oportunidades.</p>
<p>Os Planos de Atuação:</p>
<p>• O desenvolvimento dos Planos buscou aplicar o posicionamento definido pelo empreendedor à avaliação da realidade de cada município no que se refere a impactos tanto do empreendimento no território quanto do território no empreendimento;</p>
<p>• O posicionamento do empreendedor em relação às ações dos Planos de Atuação fora obtido considerando de forma integrada os três vetores da sustentabilidade corporativa (gestão de impactos, diálogo social e investimento social estratégico);</p>
<p>• A realidade do município foi avaliada levando-se em conta a capacidade da gestão pública local, a criticidade para o território e a relevância para o empreendedor dos impactos e questões levantadas;</p>
<p>• Os planos de atuação compreenderam, então, uma série de propostas de ações/programas que buscam suportar a construção da autonomia do território para a promoção do seu desenvolvimento sustentável, além de ações para reforçar as medidas mitigadoras e potencializadoras do RIMA.</p>
<p>Alguns Resultados:</p>
<p>• Proposição de ações voltadas a contribuir para a transformação das prefeituras em parceiras;</p>
<p>• Apresentação de um conjunto de ações alinhadas aos interesses e integradas às ações dos principais atores institucionais relacionados ao empreendimento, embasando as decisões da Petrobras nas instâncias onde participa;</p>
<p>• Identificação de bons projetos voltados a auxiliar a Petrobras nas fases de licenciamento e operação do empreendimento;</p>
<p>• Apresentação de ações para propiciar uma atuação mais organizada e consistente da Petrobras, alinhada com as prefeituras, indicando caminhos para atuação nos municípios de forma mais eficiente.</p>
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		<title>PROJETO PAC Nova Iguaçu &#124; 2008 &#8211; 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 14:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivian fraga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Descrição]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iguaçu, RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Nova Iguaçu, RJ]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) objetiva promover a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.  No município de Nova Iguaçu, iniciamos nossas atividades no ano de 2008, finalizando alguns contratos em 2011.  Em janeiro de 2012, houve a renovação de<br /><span class="read_more"><a href="http://reverurbano.com.br/word/?p=111">Read more...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) objetiva promover a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.  No município de Nova Iguaçu, iniciamos nossas atividades no ano de 2008, finalizando alguns contratos em 2011.  Em janeiro de 2012, houve a renovação de contratos para os bairros de Prados Verdes e Jardim Paraíso.   Atuamos em parceria com a RC Vieira Engenharia, Hécio Gomes Engenharia, Queiroz Galvão e Odebrecht.</p>
<p>Nestes contratos, executamos projetos voltados para a Sustentabilidade Ambiental, como “<em>Formação de Agente</em> <em>Comunitário do Meio Ambiente”; “Reuniões Comunitárias para Discussão sobre Práticas Sustentáveis”; “Implementação de Postos de coletas de óleo de cozinha”, diversas campanhas educativas sobre prática de descarte correta de resíduos”, “Projetos de Arborização”, </em>dentre outros<em>. </em>Além disso, fomentamos a organização de associações de moradores e realizamos o Programa Gerando Oportunidades, que em parceria com o SENAC, abrimos mais de 300 vagas em diferentes cursos de capacitação profissional.</p>
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		<title>Programa Vale Mais &#124; 2002 &#8211; 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 15:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivian fraga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Descrição]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Vale]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Vale Mais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa Vale Mais foi um produto desenvolvido para a Fundação Vale, com o objetivo de gerar mecanismos e instrumentos que suportassem o desenvolvimento sustentável de territórios na área de influência dos empreendimentos da Vale, embasando-se no engajamento dos atores locais e respeitando as características e potencialidades das respectivas regiões. Foi implantado em 32 municípios de quatro estados brasileiros, no<br /><span class="read_more"><a href="http://reverurbano.com.br/word/?p=138">Read more...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Vale Mais foi um produto desenvolvido para a Fundação Vale, com o objetivo de gerar mecanismos e instrumentos que suportassem o desenvolvimento sustentável de territórios na área de influência dos empreendimentos da Vale, embasando-se no engajamento dos atores locais e respeitando as características e potencialidades das respectivas regiões. Foi implantado em 32 municípios de quatro estados brasileiros, no período de 2002 a 2010, em função das seguintes atuações da Vale nos territórios:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://reverurbano.com.br/word/wp-content/uploads/2012/10/PVM-Mapa.png" alt="" width="510" height="476" /></p>
<p>• Operação da Estrada de Ferro Vitória-Minas e participação no consórcio (em sociedade com a CEMIG) de operação da hidrelétrica de Aimorés: Baixo Guandu (ES), Aimorés, Resplendor e Itueta (MG);</p>
<p>• Operação das minas (de minério de ferro) de Brucutu e Gongo Soco: Barão de Cocais e São Gonçalo do Rio Abaixo (MG);</p>
<p>• Relacionamento institucional com a operação da Vale: Região do Caparaó e Região Serrana (ES) e Lençóis Maranhenses (MA);</p>
<p>• Operação das usinas do Urucum (minério de ferro e manganês) e de Corumbá (silício e manganês);</p>
<p>• Operação da Estrada de Ferro Carajás, Pelotizadora Norte e do Terminal Marítimo da Ponta da Madeira: Itaqui-Bacanga, São Luís (MA);</p>
<p>• Operação da Estrada de Ferro Vitória-Minas, área de influência do Complexo Portuário de Tubarão, Pelotizadora Vale, CST e Terminal Vila Velha: Cariacica (ES);</p>
<p>• Área de influência das ferrovias Vitória-Minas e Centro-Atlântica: Colatina e Viana (ES), respectivamente.</p>
<p><strong>Alguns Resultados:</strong></p>
<p>• Entre 2002 e 2010, o Programa facilitou o desenvolvimento participativo de 15 planos de desenvolvimento sustentável em 32 municípios do Brasil; pesquisando 4.775 pessoas e entidades, mobilizando 14.092 e envolvendo, diretamente, 4.842 pessoas;</p>
<p>• No âmbito da gestão compartilhada, facilitou a formação de estruturas de governança, totalizando 12 instâncias de caráter executivo e seis conselhos intersetoriais, envolvendo atores do poder público, iniciativa privada e sociedade civil;</p>
<p>• Proporcionou a mobilização, organização e capacitação de 531 lideranças locais para a gestão da implantação dos Planos;</p>
<p>• Nas áreas em que os Programas foram implantados, houve sensível reconhecimento da população local em relação ao compromisso da Vale com o desenvolvimento sustentável, contribuindo para o estabelecimento de um ambiente de relacionamento adequado junto às comunidades, visando a   facilitar a implantação e operação dos seus empreendimentos;</p>
<p>• Possibilitou também a formação de ações e parcerias  relacionadas aos impactos positivos, visando alavancar ações para o desenvolvimento sustentável;</p>
<p>• Contribuiu para evitar e minimizar que a percepção dos impactos negativos associados aos empreendimentos recaíssem integralmente sobre a empresa.</p>
<p><strong>Algumas instâncias de desenvolvimento criadas:</strong></p>
<p>• ACIB (Associação Comunitária Itaqui-Bacanga), São Luís, MA</p>
<p>• ADEBAC (Associação de Desenvolvimento Sustentável de Barão de Cocais), Barão de Cocais, MG</p>
<p>• ADESGRA (Associação de Desenvolvimento Sustentável de São Gonçalo do Rio Abaixo), São Gonçalo do Rio Abaixo, MG</p>
<p>• Rede Agir (Rede Ação Guanduense Integrada e Responsável), Baixo Guandu, ES</p>
<p>• Rede Unir (Rede União de Resplendor), Resplendor, MG</p>
<p>• Rede Mais (Rede Mobilizadora de Aimorés Integrado e Sustentável), Aimorés, MG</p>
<p>• Rede Vidas (Rede de Valorização de Itueta para o Desenvolvimento Sustentável), Itueta, MG</p>
<p>• ADEMES (Associação de Desenvolvimento Sustentável da Região das Montanhas do Espírito Santo), ES</p>
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		<title>Capacitação de Agentes Comunitários do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 21:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivian fraga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações & Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iguaçu, RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Nova Iguaçu, RJ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Capacitação de Agentes Comunitários do Meio Ambiente objetivou implementar ações de intervenção socioambiental junto à população local visando minimizar os efeitos negativos da degradação ambiental, assim como fomentar boas práticas na relação população e meio ambiente. Foi um programa executado em diferentes bairros.  As atividades foram divididas por módulos, culminando sempre em uma visita técnica ao Parque Nacional de<br /><span class="read_more"><a href="http://reverurbano.com.br/word/?p=129">Read more...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Capacitação de Agentes Comunitários do Meio Ambiente objetivou implementar ações de intervenção socioambiental junto à população local visando minimizar os efeitos negativos da degradação ambiental, assim como fomentar boas práticas na relação população e meio ambiente. Foi um programa executado em diferentes bairros.  As atividades foram divididas por módulos, culminando sempre em uma visita técnica ao Parque Nacional de Nova Iguaçu.</p>
<p>Durante a formação, todos os agentes são instrumentalizados a planejar, organizar e conduzir palestras de conscientização ambiental.  O trabalho dos agentes também é fundamental para a melhoria da saúde dos moradores, pois a partir das noções dadas sobre higiene para prevenção de doenças, recolhimento correto de lixo, por exemplo, falando a mesma linguagem, facilita o acesso à informação.</p>
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